Cara, como é complicado ser mulher neste século. Não que eu queira uma volta ao passado, no tempo em que às mulheres só cabia o papel de mãe e dona de casa e esposa, mas o que a gente faz hoje é desumano... rsss
Semana passada assisti ao filme "O sorriso de Monalisa", com a Julia Roberts. É a versão feminina do "Sociedade dos poetas mortos", maravilhoso, por sinal. O filme mostra uma escola, da década de 50, em que as mulheres eram preparadas para serem as cultas esposas de seus maridos bem-sucedidos. A escola as formava apenas para isso, nem se falava da preparação para uma faculdade. Achei o filme interessante.
Hoje, porém, o quadro é outro. A mulher não só se tornou sujeito de sua história, mas aglutinou papéis: arrimo de família, educadora, mãe, pai (!), dona-de-casa, esposa, tem que ser gostosa, não pode ter celulite, ainda é filha e ajuda quem aparecer. Viemos do 8 e pulamos para o 800!!! Não houve equilíbrio! Com isso, temos mais mulheres morrendo do coração, coisa incomum em décadas passadas. Eu não quero morrer do coração, só se for de amor...
Tenho que aprender que não sou a mulher maravilha, que preciso dividir tarefas...
Até mais...